Sábado, 9 de Janeiro de 2010

"Centenário"

                                

 

 

 

 

Pois é verdade. Este é o 100º post deste blog.

Nada do outro mundo, há blogs com centenas e milhares de posts, mas para quem não sabia no que isto ia dar, é um bom motivo para uma comemoração.

O boneco comemorativo fi-lo eu, ainda que inspirado num semelhante que vi há tempos numa revista. Acho que vai bem com a cara estanhada do Carapau. Cem posts a uma média de 700 palavras por post são 70.000 palavras a que corresponderão perto de meio milhão de batidas de teclas. Ufa!!! Para um Carapau não deve ter sido tarefa fácil. Não foi mesmo, mas em geral foi feito com gozo do próprio…

Nestes 100 posts houve de tudo. Maus, muito maus, assim-assim (a maioria) e um ou outro que me agradou. Agradam-me aqueles em que, ao escrevê-los, solto umas sonoras gargalhadas. Sinal que a coisa me está a sair bem e com algumas hipóteses de agradar a outros peixes que resolvam navegar por estas águas. Em geral límpidas, ainda que aqui e ali possa ter havido uma ligeira turvação.

Gosto de rir e mais ainda de brincar. Tendo já uma certa experiência em fugir aos arrastões, é natural que não me preocupe muito com certas coisas  da vida. Mas, curiosamente ou não, acabo por levar a vida muito mais a sério do que ela merece. Quando me apercebo disso, tento mudar de agulha, algumas vezes sem o conseguir.

Por isso, ao longo destes 100 posts, foi um ziguezaguear constante, sem rumo, nadando ao sabor das marés e deixando-me ir ao sabor das correntes, mas tentando controlar-me. Depois, de repente saio da corrente e nado contra ela. Exercita-me a barbatana, ou melhor, as barbatanas, que nesta manobra tem de entrar tudo: cabeça, tronco e barbatanas.

Este é portanto um post diferente e para esquecer. Isto de centenários nunca fizeram bem a ninguém, quando lá se chega, raramente, se está com pachorra para os aturar.

(Para quem não estiver a perceber nada do que estou a dizer, faço aqui esta pausa, para poderem escapulir-se sem ninguém topar. Façam o favor…)

Continuando…

Falava eu de centenários. Este ano comemora-se o da implantação da república, vai haver discursos, foguetório e bandas de música, digo eu, a revelar já parte do programa. “Cem anos de progresso, de avanços, de grandes passos em frente”. Aqui chegados já estamos a um passinho do abismo. Agora é só dar mais esse passo. Mais um esforço e lá vamos nós (ou vós que eu já estou cá em baixo à vossa espera há muito. A nadar, a palrar com as navalheiras, a ouvir as queixas destes e daquelas).

Se tivéssemos continuado na monarquia, estaríamos (é curioso!) exactamente no mesmo sítio. Isto quer dizer muito, digo eu, que nem sou monárquico.

(Aqui, assim à beira do abismo, apetecia-me meter umas palavras em latim, para me dar ares a modos de Padre António Vieira a pregar aos peixes, mas não tenho por aqui nada nem ninguém à mão que me ajude. Além disso os outros peixes fugiam logo, que agora fogem do latim como o diabo da cruz, isto porque o burro do diabo não conhece uma Cruz que eu conheço. Ainda bem. Atenção! Não tirar conclusões erradas. Este “ainda bem” refere-se à Cruz que eu conheço e a nada mais. Nada de extrapolar).

Daqui a pouco chego ao fim do post sem ter dito nada de jeito, o que é bom sinal e mostra que estou ainda em plena forma. É só picar alguns dos 99 anteriores e tirar a prova dos noves. 99, noves fora, nada. Nunca a matemática enganou ninguém. Nem eu, a não ser daquelas vezes em que…

(se estavam à espera duma confissão, desiludam-se. Aqui na caverna, como no inferno de Dante, está pendurado à entrada o aviso: “Oh vós que entrais, deixai lá fora toda a esperança”).

 Até já eu perdi a esperança de terminar isto duma maneira airosa e não me salta nenhuma faísca de talento (de quê? Ah! Ah! Ah!) para o conseguir. Mas em dia de centenário, quem não desculpa estas coisas ao “aniversariante”? Há sempre aquela: “o tipo já está com os copos. Hoje ainda pior que nos outros dias”.

O que não deixa de ser uma boa maneira de me despedir.

Agradecido e até ao próximo! Voltem… porque só se arrependerão depois.

 

(Olho em volta e já não vejo ninguém. É sempre assim: desde que não haja navalheiras, búzios, pasteis de bacalhau, rissóis de camarão e outros petiscos, debandam todos. Mas fica aqui um aviso. O 101º vai valer a pena. Promessa de…)

 

Nota:

Não contando com estas, o post tem 757 palavras, o que prova: 1º- que não está longe da média; e 2º- que o Carapau é lixado para fazer contas.

publicado por Carapaucarapau às 19:02
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28 comentários:
De Red a 10 de Janeiro de 2010 às 10:31
Para comemorar a preceito:
-A receita: http://kitchenet.aeiou.pt/gen.pl?p=stories&op=view&fokey=kn.stories/962&op2=eaf

-A imagem:
http://1.bp.blogspot.com/_guE7uJH1jQY/SXtHgbyqiSI/AAAAAAAAAIc/enyTnCSlzpc/s400/56+057..jpg

-As palavras:
Chiça, homem, perdão, carapau, muito debitas tu.

Gostei do boneco, muito fálico, e se o próximo post vai valer a pena, fico por cá, embora promessas de carapau... Quousque promittas tardus, ut festinus praetes.


De Carapau a 10 de Janeiro de 2010 às 17:03
Pois é verdade! Debito muito. Até sou conhecido pelo Debitante...
Mas essa latinada veio mesmo a preceito. Quis armar em Padre António Vieira e tu zás: toma lá latim, o que me fez lembrar uma cena passada comigo há tempos, tipo "Promessas meu..."
Quanto aos endereços agradeço "a boa intenção", pena o da imagem estar errado!!!
Mas não é de admirar, devias estar a pintar as unhas...
E aproveitando para responder também ao teu aditamento, agradeço os parabéns e respondo: "É obra mesmo! Se soubesses..."
"Quia ante octo dies potest esse vitae periculum".
Direi ainda:
"Si ignoras te, o pulcherrima inter mulieres!"


De Red Nails a 10 de Janeiro de 2010 às 11:49
Ah, esqueci-me. Parabéns. Dar 100 é obra!


De Red Nails a 10 de Janeiro de 2010 às 18:37
Equi donati dentes non inspiciuntur.

Qual errada, qual quê!


De Carapau a 10 de Janeiro de 2010 às 21:58
Oh caragus...aqui num dá.
E quanto a dentes estou fixe (com implantes à mistura). Venham as nozes...


De maria teresa a 10 de Janeiro de 2010 às 20:08
Se dar 100 é obra eu aguardo pela 101 e seguintes quero estar presente em todas elas…
Tenham dó dos comentadores que de latim só aprenderam rosa,rosae, rosum e que depois se perderam pelos campos da Física, da Química, da Geologia, da Biologia, da Matemática,...
Que as barbatanas do carapau funcionam bem , está comprovada mas quais delas são as melhores?
As pares: peitorais e ventrais? As ímpares: dorsais, caudal e anal?.
Já agora carapau a que família pertence aos Scombridae ou aos Carangidae? E qual é o seu género: Alepus, Decapterus, Scomberomorus ou Trachurus?
É o latim que me põe assim...
Parabéns pelos 100 e venham mais 100


De TrachurusTrachurus a 10 de Janeiro de 2010 às 21:55
Hoc opus hic labor est!
É a única coisa de latim (macarrónico?) que sei. E agora vem toda a gente latinar para aqui? Eu, que nem o rosa, rosae, rosarum aprendi! Como a Maria Teresa sou mais do 2+3=?
Vamos portanto às barbatanas: vão funcionando bem! Quais são as melhores? Isso agora...
Família? Sou mesmo das ilustres famílias Scombridae e também Carangidae (daí a minha queda para as Navalheiras, ainda primas...)
Agora o género é mesmo o TrachurusTrachurus, como se pode ver...
Obrigado pelos parabéns!
E não me obriguem a pedir ajuda ao Padre, ok?)


De RED a 10 de Janeiro de 2010 às 22:57
Nem tu nem eu, calha bem!


De Maria Araújo a 10 de Janeiro de 2010 às 23:14
Esta coisa do latim põe-me doida. TrauchurusTrauchurus, .
E olha que eu gosto bem de trauchurus pequenos, fritos, ou os grandes grelhados e/ou assados nos forno.

Delícia



De Maria Araújo a 10 de Janeiro de 2010 às 23:09
Parece-me que ultimament chego atrasada aqui a estas águas mais profundas, onde está uma mistura de latim, discurso, padre, peixes, e, mais que tudo isto foi, ó carapau "O COISO". Quando entrei e vejo uma imagem de um i, um pau, sei lá, com a ponta vermelha no cimo e duas bolinhas de lado, "ai valha-me Deus que lhe deu o treco", pensei eu a rir-me à gargalhada.
Centenário, li.
Mas carapau, agora o número 100 é representado com os o1o???, ou seja, o um no meio das bolas?
E onde já se viu um cap(a)uchinho vermelho em cima do um?
com E aquelas duas bolinha ao lado do 1 xcapuchinho vermelho na cabeça desafiam e provocam quem aqui entra de rompante.Mas que imagem mais sugestiva/convidativa.
Mas fizeste-me rir.
O teu texto está fantástico.
Parabéns pelo (teu )100 aniversário, aqui ba blogosfera.

A peixinha do cantinho


De Carapau a 11 de Janeiro de 2010 às 01:09
Isto é matemática modernaça, minha amiga!
Não topas nada disto!
Às bolinhas chamamos ,"nós outros os matemáticos", zeros.
O 1 com o chapelinho é capaz de ser o capuchinho vermelho como te apercebeste e muito bem (já estás a topar umas coisas) e não o COISO, que em boa verdade, nem sei o que queres dizer com isso.
Também pode ser um taco de bilhar (agora há giz vermelho) e duas bolas. Ou não pode?
Anoto na lista negra essa dos jaquinzinhos e do carapau assado.
Um dia "pagaze-as"!
Bjo.


De Maria Araújo a 11 de Janeiro de 2010 às 12:08
Oi.
Não frequente salas de jogos, logo não sabia que ás modernices do século XXI também já chegaram ao giz...vermelho.
Beijinho


De Refeira a 11 de Janeiro de 2010 às 11:38
Excelente balanço. Custou-me chegar ao fim, foi com dificuldade, ainda estou "atoupeirada".
Já me estou a preparar para festejar o 200º.
Parabéns.


De Carapau a 11 de Janeiro de 2010 às 19:43
200!
Devem ser efeitos da "toupeirice".
:-)


De arroba a 11 de Janeiro de 2010 às 13:36
Cheguei atrasada para lhe dar os parabéns, as minhas desculpas pelo sucedido! Creio que já tudo comeu e bebeu e, ficaram pouco mais que migalhas , até o famoso licor de ginga já se foi!
Mesmo assim não posso deixar de admirar o design do título. - Uma espécie de trípode muito curiosa ( três pés, que representam os três Elementos onde vive o humano : Terra, Água e Ar. Fizeram lembrar-me as colunas votivas de Cnossos.É curiosa a forma como transforma o 100ª ( centenário) num logotipo que poderia representar a trindade sagrada, embora , pelo ponto e pelo círculo se afirme o nascimento do logos, resultando numa forma numérica simétrica que nos conduz à harmonia.e, citando Campanus de Novare, XIII séc. > , ( A proporção tem um meio e dois extremos).
Tudo isto para não citar os Atenienses , que no seu Tesouro, em Delfos, nos diriam que estes sinal seria um "Par-ímpar" - macho entre fêmeas e mais não digo , porque iria cair numa espécie de alegoria fálica ( rindo) que já aqui foi trazida a lume, ( talvez aquando d e alguma saúde que fizeram com a célebre ginginha ( a qual eu não estive presente).
Seja como for, depois deste "arrazoado" de palavras ( minhas ), agradeço-lhe os bons momentos em que me fez ( também a mim ) soltar algumas gargalhadas, levando quem estava ao meu redor a pensar se, eu não seria um caso de internamento compulsivo.
Parabéns!


De Maria Araújo a 11 de Janeiro de 2010 às 18:35
Arroba, o carapau, com a sua conversa de santo António aos peixinhos, como eu, conseguiu que estes subissem o seu nível linguístico e escrevessem em tom coloquial-filosóco-erótico, que nem todos conseguem
Nem sei como o Sapo ainda não descobriu este espécimen da cultura e da língua porituguesa.
Beijinho


De Maria Araújo a 11 de Janeiro de 2010 às 18:36
* digo, coloquial-filosófico-erótico




De Carapau a 11 de Janeiro de 2010 às 19:54
Se em vez de te teres enganado no "filosóco" te tivesses enganado e escrito "Uma Arroba de carapau" é que era grave. Isto passava a ser uma peixaria em vez de um blog de alto nivel :-)
Assim, também tens direito a entrar no brinde feito mais abaixo.
E talvez um dia, quem sabe? (e mais não digo :-))
Bjo.


De Carapau a 11 de Janeiro de 2010 às 19:33
Ainda há pouco andava eu às voltas com o meu não latim e já me estão a puxar para o grego. E em boa verdade já nem sei se estou na água, se na terra se no ar (Carapau em levitação dever coisa digna de se ver...)
Agora nunca pensei que o Campanus de Novare também estivesse metido nisto!!! Tão boa pessoa que ele parecia e agora tem um meio e dois extremos! (Curiosamente como eu, mas isto agora já estou a fugir ao tema da ginja).
Depois trazerem a LUME a alegoria fálica é altamente perigoso. Há chamuscadelas que nunca mais se curam e ficam marcas indeléveis.
Quanto ao Par/Impar nem sei bem o que dizer. (Ia mesmo para dizer qualquer coisa, mas arrependi-me a tempo, que isto aqui é lugar de filosofias e não de outras coisas).
Enfim, refere-se às migalhas que teriam sobrado do banquete, mas banquete não houve.
Já agora aproveito este espaço para brindar a todos os que já por cá apareceram e os que podem ainda aparecer, erguendo o meu cálice de ginjinha de Alcobaça. (Vai ser exportada para o Japão, soube este fim-de-semana).
À vossa!


De Maria Araújo a 12 de Janeiro de 2010 às 12:23
Fico contente em saber que a ginginha vai ser exportda para o Japão.
Além da ginginha, há muitos outros produtod Made in Portugal, que poderiam ser exportados e que estão postos de lado.
Compotas, vinhos, azeitonas, fumados, queijos.
Oxalá que, depois do que ouvi ontem nos P´ros e Contras, só a partia das 00:00h é que ouvi, que todos, mas todos, sejam capazes de fazerem uma forcinha e tentarem levar este barco, porque mar temos nós , a bons portos


De Maria Araújo a 12 de Janeiro de 2010 às 12:23
desculpa o lapso* ginjinha.


De Carapau a 11 de Janeiro de 2010 às 19:45
Por lapsus gínjicus a resposta a este comentário aparece mais abaixo.
As minhas desculpas.


De Carapau a 11 de Janeiro de 2010 às 20:01
Agora é a minha vez de também comentar o que se está a passar aqui.
Quem estiver com um mínimo de atenção - que o lugar óbviamente requer - reparará que há respostas minhas fora de "su sítio".
Para quem entenda latim e grego não será difícil saber o que pertence a quem.
"Entusiasmos" da ginja!


De Calendas a 11 de Janeiro de 2010 às 21:36
Ai senhores!! Isto já nem é um blog, é mais uma aula, sei lá, daquelas famosas dadas pelos dinossauros da universidade no dia da abertura. Acho que já aprendi mais latim, grego e artes piscatórias aqui do que em toda a minha santa vida antes de deparar com este blog marítimo. Poça, poça, que aqui se mete água. A despropósito, ó Carapau, que mastro é esse que tens como ilustração do centenário postiano?


De Maria Araújo a 12 de Janeiro de 2010 às 12:28
Calendas, acho que com mais discrição, o carapau quis fazer a apologia do seu centenário mastro, diga-se, com muita honra, para não chamar a atenção como aquele de Penafiel que queria construir um mastro visível a não sei quantos quilómetros.
Mas o mastro do carapau, concerteza que torna-se mais atraente aqui neste blog, onde as mulheres (pre)dominam.
Beijinho


De arroba a 11 de Janeiro de 2010 às 22:22
Acabando de soltar uma gargalhada sonora ( depois de vir espreitar, "ansiosamente" para ver se existiam mais post! Eis que me deparo com uma nova visão da "coisa" !! Afinal aquilo é um mastro!! Sim senhores e senhoras! Tá bem visto, afinal o Mastro de Paredes ficou-se-lhe pelo subconsciente e, como bom peixe caldeado pelas águas, aconteceu uma "irrupção acuosa" e surgiu o Mastro! Também tá bem visto, olaré!


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