Sexta-feira, 29 de Maio de 2009

Buracos

                         

 

 

 

Toda a gente já ouviu falar em buracos, muitos de nós já tratamos de esburacar qualquer coisa. Em geral começa-se de pequenino a fazer uma buraquinho na areia, e depois vai-se por aí fora o resto da vida a fazer buracos. A fazer uns, a alargar outros e mesmo a tapar outros.

Há buracos célebres: o buraco do ozono é um deles. E para ele, dizem os entendidos, todos nós contribuímos, na medida das nossas possibilidades.

O buraco do orçamento é outro que se alarga a olhos vistos. Mas a esse só  tem acesso quem se senta à mesa do dito orçamento. Nós só teremos que o tapar. É a nossa sina…

O buraco da minha prima, também é bastante conhecido, mas esse parece que está em vias de fechar e ainda bem porque lhe tem dado água pela barba (modo de falar é claro…)

Os buracos dos bancos, que são mais e maiores que os dos bancos dos jardins a que faltam peças.

Depois há aqueles buracos que todos conhecemos, mas que nem todos frequentamos (claro que há buracos mais frequentados uns que outros…é a lei da vida…) e também há aqueles buracos que, em princípio, todos temos por “particulares”. Mas desses não falo.

Agora há coisas que todos devemos ter em consideração. A 1ª delas é que devemos ter certos cuidados ao abrir um buraco. Marcar o buraco, sinalizar o buraco, proteger quem explora o buraco, esburacar com cuidado. Um buraco, feito (aberto) à bruta, pode trazer vários problemas. Desde logo pode causar hemorragias (por exemplo se cortar a canalização da água), ou provocar violentos choques, (se cortar algum cabo eléctrico), ou tornar-se perigoso e mal cheiroso (se cortar a canalização do gás ou algum cano de esgoto).

 Há ainda os felizardos que começaram por abrir um buraquinho para plantar uma arvorezita e de repente começa a brotar petróleo. Mas isso é como o euro milhões que só sai aos outros (e a poucos).

Portanto, aqui deixo um aviso: tratem da melhor maneira possível os vossos buracos, observando certos cuidados e sobretudo não usando um staff tão grande como aquele que rodeia o Zé da foto, pois isso traduz-se numa produtividade muito baixa, e quem muito se abaixa, já lá dizia o filósofo, mais o buraco mostra…

Se repararem bem no buraco da foto (se é que se pode chamar buraco àquela “obra”) e se contarem todos os “intervenientes”, chegarão à mesma conclusão que eu. Aquilo é para enterrar toda a equipa. Qual é ela é que eu não digo e fica à vossa imaginação descobrir. Agora que o de vermelho é o guarda-redes isso toda a gente percebe logo…

 

Neografismos

Hoje apresento uma coisa que pretende ser redondinha, como certos buracos.

  

                        C

              .                   I

           A                         R

          I                             C

       C                                 U

                                        N

           N                         F

                  Ê             E                       

                         R

                                  

 

publicado por Carapaucarapau às 19:22
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Sexta-feira, 22 de Maio de 2009

Sexagésimo nono

                    

                      (fotografia tirada  à média luz...)

É verdade. Este é o post nº 69 do CarapauCarapau.

Um “número bastante curioso”, no dizer dum anterior presidente desta casa.

Por isso, pela sua curiosidade, resolvi comemorar tal acontecimento, convidando diversos especialistas de quase todo o mundo para aqui virem dizer coisas sobre o tema.

Curioso, digo agora eu, porque é feito por dois símbolos “iguais” mas em posições invertidas, que encaixam perfeitamente um no outro e de tal maneira que, rodando o conjunto em qualquer sentido, o 69 se mantém. É aliás esta propriedade de tal conjunto que o torna único, interessante e cada vez com mais adeptos. E não deixa de ser curioso isto, quanto é certo que há hoje um mau relacionamento de quase toda a gente com tudo o que meta algarismos e números…

Há até aquela velha história do papagaio, do burro e do porco que eu não conto aqui porque isto é um “trabalho” sério...

Vamos lá então apreciar o que disseram os ilustres convidados sobre a maneira de resolver este “problema” do 69.

 

Alemão …………neunundsechzig

Árabe ……………تسع وستين

Búlgaro …………шестдесет и девет

Catalão…………..seixanta-nou

Checo……………devětašedesát

Chinês …………..69

Coreano………....60-9

Croata …….. …...šezdeset devet

Dinamarquês……tres-ni

Eslovaco………..devětašedesát

Esloveno ……….devetinšestedesetih

Espanhol ……….sessenta y nueve

Filipino ………...animnapu-siyam

Finlandês ………kuusikymmentä-yhdeksän

Francês ………...soixante-neuf

Grego ………….εξήντα εννέ

Hebraico ………. ששים ותשע

Hindu …………. उनहत्तर

Holandês………. negenenzestig

Indonésio……… enam puluh sembilan

Inglês …………..sixty-nine

Italiano…………sessantanove

Japonês ………. 六十九

Letão …………..sešdesmit deviņi

Lituano ………...šešiasdešimt devynių

Norueguês ……..sekstini

Polaco ………....sześćdziesiąt dziewięc

Português ……...sessenta e nove

Romeno ……… şaizeci şi nouă

Russo ………….шестьдесят девять

Sérvio ………....шездесет девет

Sueco ………….sextionio

Ucraniano ……..шістдесят дев'ять

Vietnamita……. sáu mươi chín

 

 

Impõem-se algumas considerações rápidas.

Assim, repare-se nas voltas e reviravoltas que a língua e os lábios tem de dar para conseguirem levar a bom termo a tarefa. Nalguns casos até haverá sons guturais…

Nota-se que nos portugueses, espanhóis (incluindo catalães), italianos e romenos, a língua dá praticamente as mesmas voltas para alcançar o mesmo objectivo.

Já os suecos e noruegueses não andam longe, só que a língua é muito mais rápida. Ainda aqueles vão a pouco mais do meio e já estes acabaram. Deve ser do frio…

Os chineses são um desastre. Um 6 e um 9 e já está. Creio que no original as coisas não são bem assim e deve haver verdadeiros especialistas na matéria (Qual matéria?). É verdade que eles usam mais o pincel, mas mesmo assim creio que é possível fazer alguma coisa mais do que aquela sensaboria dos dois algarismos. Uma cultura milenar não ia ficar por este simplismo.

Já os coreanos com a mania da matemática, e ainda por cima errada, não seduzem ninguém. Mas também aqui eu acho que escondem o jogo. Devem ter medo da espionagem industrial…

Alemães, checos, eslovacos, holandeses e eslovenos aviam tudo de seguida, sem respirar, mas levando o seu tempo no desempenho. Os últimos então, tem um fôlego notável.

Os croatas… parece que estão a pedir uma sobremesa.

Já os finlandeses e polacos são obrigados a respirar a meio senão não chegavam vivos ao fim. Mas respiram de maneira diferente: uns, já mesmo a faltar-lhes o ar, os outros mais controlados. Para quem goste de maratonas aqui estão dois bons destinos…

Letões e lituanos usam praticamente a mesma técnica, só que os segundos arrastam a coisa durante mais tempo.

Hindus e japoneses também escondem o jogo, ainda que os hindus o escondam dentro de mais caixinhas. Mas creio que no Japão, uma vez adquirida a confiança, a coisa não deve ser nada má (que coisa?), ou não fosse o país das gueixas.

Os indonésios resolvem o problema em três tempos, com um pulo pelo meio…

Os árabes são de muito requinte. A gente olha para aquilo e lembra-se logo das histórias das 1001 noites, uma tenda, o luar do deserto, haréns, esposas, odaliscas, eunucos… olha lá onde tu já vais…

Russos, sérvios, búlgaros e ucranianos são farinha do mesmo saco. Podem ser muito boas, mas olhando para elas (as palavras) a gente não se entusiasma. Mas se nos lembrarmos que há muitas semelhanças com o caviar (Jorge Amado dixit) já podemos mudar de opinião.

Curiosos os filipinos: aquilo começa com “anim”…ação mas logo a seguir transviam-se e creio que perdem o norte e não chegam ao fim. Acontece a quem não domina a língua…

Intrigantes os dinamarqueses. Ou não sabem o que estão a fazer (dizer) ou então são enigmáticos. Aquele “tres-ni” ou é de quem tem muita pressa ou então é uma charada cuja solução pode ser: “Três? Não!”

Gregos, hebraicos e vietnamitas fazem o que podem com línguas que certamente não os ajudarão muito, mas nestas coisas nunca se sabe, e muitas vezes elas saltam donde menos se espera.

Só por acaso ficaram os ingleses e os franceses para o fim. Mas a língua deles já não tem segredos para ninguém. Dos primeiros já hoje há muitas imitações melhores que o original e quanto aos segundos, cuja língua já fez sucesso, perderam muito do prestigio que tiveram e hoje já ninguém precisa da língua deles para fazer o que quer que seja.

Tentei também deixar aqui como se diz em língua de carapau. Mas o teclado não tem os caracteres que permitiriam isso. Nem mesmo em língua de bacalhau. Mas posso garantir que não anda longe do que aqui foi apresentado. Claro que as guelras e as escamas exigem mais cuidado no manuseamento da língua. Mas no fundo também alcançam o objectivo.

E depois nunca nos devemos esquecer do velho provérbio, que há muito nos ensina que, “quem tem boca vai a Roma”, ou seja, resolve todos os problemas que lhes sejam postos.

 Por falar em Roma, também estive para meter o latim ao barulho. Tratando-se no entanto hoje, de uma língua morta, achei que não vinha animar nada isto…

 

PS:

     O próximo post vai ser o 70 e é claro vai ressentir-se muito do facto de se seguir a este. A menos que eu convencesse o sapo a chamar-lhe 69A…

 

 

publicado por Carapaucarapau às 15:04
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Domingo, 17 de Maio de 2009

Teste

                                                        

 

O teste consiste em responder às perguntas que a seguir se apresentam. Por cada resposta admite-se, no máximo, um nome. Por cada nome marca 1 ponto. Se não conseguir encontrar nenhum nome marca 0 pontos. Depois de terminar o teste, some a sua pontuação e compare com o quadro que se apresenta no fim. A partir daí tire as suas conclusões.

O teste é sobre políticos e só sobre políticos e não pode ser respondido por familiares, amigos, compinchas de partido, e todos os que por qualquer motivo já tenham feito trocas com eles. Um simples “bom dia” já influencia o teste.

 

1: - Qual o que classificaria de honesto?

2: - E de mentiroso?

3: - E de dialogante?

4: - E de competente?

5: - E de ir direito à verdade?

6: - E de ser respeitador das boa normas de convivência?

7:- E de não fugir a enfrentar seriamente quem não concorda com ele?
8: - E de não fugir?

9: - E de reconhecer que não percebe dos assuntos que tem obrigação de saber?

10:- E de desapego ao lugar?

11:- E de não fazer promessas que sabe que não vai cumprir?

12:- E de elogiar uma eventual boa ideia do adversário político e expressar isso publicamente?   

13:- E de não ser prepotente?

14:- E de transmitir confiança às pessoas?

15:- E de não dar beijinhos a velhinhas e criancinhas quando está perto uma eleição?

16:- E de não dizer que o assunto está a ser estudado e que brevemente “isso” será resolvido?

 

Compare a sua pontuação com o quadro seguinte e depois resolva o que tem de fazer à sua vida.

 

Quadro de pontuações:

3 ou mais pontos…..Você é um caso perdido e deve experimentar seguir a carreira política.

0 pontos……........... Preste mais atenção à maneira como faz as coisas.  

2 pontos……………Também é desatento como no caso anterior, mas além disso corre sérios riscos de chegar aos 3 pontos. Está praticamente “lá”.

1 ponto……………..Você é um Einstein e se calhar não sabe.

 

 

 

publicado por Carapaucarapau às 01:28
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Terça-feira, 5 de Maio de 2009

Diálogos prováveis (I)

 

 

 

 

                                           Piratas...

 

Eles são piratas, em princípio da Somália, que no oceano Indico atacam os navios que passam em determinadas zonas, que quer sejam petroleiros, quer outros navios de carga. Estão bem equipados, com barcos rápidos e bem armados, assaltam os navios e sequestram as tripulações, pedindo depois grandes resgates.

Para controlar a área, navios de guerra de vários países “andam” por ali.

Entre eles, uma força naval da NATO, comandada por uma fragata portuguesa.

Há dias este navio português aprisionou um barco pirata, com 15 piratas fortemente armados, segundo rezam as notícias.

Um Carapau amigo, que assistiu à cena, descreveu-ma assim:

 

Oficial Português: - Então a assaltar barcos?

Pirata Somali: - Nem pensar!

OP: - E essas armas?

PS: - Armas? São os nossos anzóis!

OP: - Deixa-te de gozos senão…

PS: - Senão…?

OP: - …nunca mais pegas numa cana de pesca.

PS: - Já deixei a pesca há muito…

OP: - Confessas então?

PS: - Não me confesso, sou muçulmano…

OP: - Vai-te valer de muito…

PS: - Vamos deixar-nos de conversas, senhor Comandante. Podemos ir embora?

OP: - Embora? Estás a sonhar?

PS: - Se eu não fiz nada, se só andamos por aqui a passear, o senhor não me pode fazer nada.

OP: - E as armas?

PS: - São para nos defendermos dos piratas! O senhor comandante sabe bem que esta zona está infestada de piratas.

OP: - Estão presos e vão ser julgados.

PS: - Não nos pode prender.

 

Nesta altura o Comandante da fragata tem uma troca de olhares com um dois seus oficiais e responde:

 

OP: - Pois muito bem. Podem ir embora.

PS: - E nem nos oferecem nada? Uma recordação…

OP: - Melhor recordação que este contacto com a Marinha de Guerra de Portugal?

PS: - Também tem razão senhor Comandante. Vocês são uns tipos porreiros. Ainda mais porreiros agora que no tempo do Vasco da Gama, que também fez das suas aqui por estes mares…

OP: - Pois é verdade! A lei portuguesa, que vigora também aqui a bordo deste navio, não reconhece o crime de pirataria. Deste modo, peço mil desculpas por este incómodo e desejo-lhes um bom regresso a terra.

Muitas felicidades e dê recomendações nossas à sua excelentíssima família e aos amigos.

PS: - Obrigado Comandante. Serão entregues.

 

O Carapau ouviu este relato do outro Carapau amigo e perguntou, falando para as suas escamas: “afinal o que é que está a fazer lá o navio português a fazer?”

E note-se que está a comandar uma pequena armada…Devem estar a brincar aos piratas. Só pode ser.

 

 

Neografismos:

 

Parece que o caso relatado é mesmo um caso assim:

Bicudo

 

 

 

publicado por Carapaucarapau às 13:56
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Sábado, 2 de Maio de 2009

Ambiente

 

Li há dias uma “notícia”, daquelas que não acrescentam nada de novo nem de velho, sobre casamentos, onde se dizia que “há cada vez mais noivos preocupados como ambiente, na altura de dar o nó”.

Depois diziam que estes noivos preferem ingredientes biológicos no copo de água, decoração reciclável e que separam o lixo. Tudo para poupar o planeta nesse dia de festa. São os noivos com preocupações ecológicas. A notícia/artigo desenvolvia-se por esse caminho, com a conversa do costume.

Havia também as empresas de catering a vender o peixe, dizendo que só fornecem produtos biológicos para esses casamentos e mais blá blá blá.

Sou dos que acham que temos de ter cuidado com o planeta Terra, para ver se a vida não se torna de tal maneira complicada, que já nem apeteça viver.

Mas também sou igualmente contra estas atitudes folclóricas e contra todos os fundamentalismos.

A Terra “nasceu” dum big bang e um dia também irá desta para melhor com um bang ainda mais big.

Não me vou preocupar agora com esse aspecto.

Encolhi os ombros ao ler o artigo, sorri com malandrice com uma ideia que atravessou o meu espírito, e comecei a imaginar alguns possíveis diálogos entre esses noivos “ambientalistas”.

Assim, chegado o momento do “finalmente sós” podia acontecer qualquer coisa parecida com:
- Essas calcinhas e o sutiã são descartáveis?

- Descartáveis? És maluquinho. Custaram um dinheirão e são reutilizáveis.

Tenho de as lavar à mão para poupar energia e detergentes que agridem o ambiente.

- Muito bem!

- Muito bem, mas não me apertes tanto que já estou com muito calor.

- Isso não. Temos de ter cuidado para não contribuirmos para o aquecimento global.

- Uma vez não são vezes…

- Pois, mas…olha lá, os teus produtos são de confiança? Sabes que só como produtos biológicos.

- Garantidos filha. Podes comer à vontade. Também estou cá com uma vontade de comer…

- Come.

- Tem um cheiro esquisito, cheira a produto reciclado…

- És o primeiro a dizer-me isso. Estás muito esquisito…

- Esquece.

Uns minutos mais tarde:

- Isso é reutilizável?

- Eles dizem que não.

- Mas pelo menos podiam fazer uma embalagem menos agressiva para o ambiente. Mesmo esse produto poderia…

- Dantes era feito com pele de cabra, ou coisa parecida…

- Hoje é feito a partir dum derivado do petróleo, que é uma matéria-prima que muito contribui para aumentar o buraco do ozono.

- Deixa lá esse buraco por agora e vamos concentrarmo-nos mais neste outro…

- Outro produto?

- Não, esquece.

- Esquecer eu? Já viste como eu estou?

- Estás como eu.

- Pois. Estamos a gastar muito oxigénio, a exalar muito CO2 estamos a dar cabo do planeta.

- Pronto, eu acalmo um pouco.

- Agora? Para que paraste?

- Então não estavas preocupada com o consumo excessivo de oxigénio?

- Estava, estou, mas oh my God…

- Que dizes?

- Oh my God, esquece agora isso e não pares, oh my God…

….

Passados mais uns minutos:

- Sinto-me tão culpada!

- Culpada porquê? Não foi bom?

- Foi. Por isso mesmo. Fomos tão egoístas…creio que aumentamos bastante o buraco do ozono…

- Esquece isso. Depois plantas uns arbustos e umas plantinhas no nosso jardim e já contribuis para remediar isso.

- Tens razão. Já me esquecia desse pormenor. Podemos ajudar o planeta por essa via. Fico mais descansada. Assim já podemos recomeçar…

- Por mim…

- Estes períodos de repouso são bons, ficamos assim no regime de poupança de energia.

- Acho que já poupámos bastante.

- Então temos direito a …

- Claro que temos…

 

E o diálogo poderá continuar, dependendo somente da disposição dos noivos para a “conversa”…

 

 

 Neografismos

Para estar de acordo com o tema, temos um bolo dos noivos, a que chamei bolo de casamento.

 

 

                                               n  n

                                               o  o

                                               i    i

                                               v  v

                                               o  a

                                              CAS

                                             E ** A

                                           D *~*  M

                                         O ****** E

                                        L *+**+*  N

                                      O *~*^+-*    T

                                     B  *+*;*+**+  O

 

 

publicado por Carapaucarapau às 15:00
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